R. Goulart de Almeida, 19 — Sepetiba, RJ [email protected] +55 (21) 3484-7823
supplanthhing Padrão entre filiais
Salão de uma das unidades antes da abertura

PADRÃO ÚNICO

| Uma versão de referência para todas as unidades |

Saiba mais
Role

Documentação de processos multiunidade

Estas são as quatro frentes em que reduzimos a variação entre suas filiais

Levantamento

O que cada unidade faz hoje, lado a lado, sem julgamento

Referência

Uma versão escolhida com os gestores e escrita por inteiro

Convenções

Nome de arquivo, número de versão, local de guarda

Manutenção

Quem revisa, quando revisa e como a mudança chega às filiais

Uma versão
de referência

Não três variações convivendo sem ninguém saber qual vale

Sem plataforma
proprietária

Nada de licença mensal para acessar o próprio procedimento

Variação entre unidades raramente é indisciplina

Quando duas filiais fazem o mesmo processo de formas diferentes, a explicação mais comum na reunião é falta de cobrança. Quase nunca é isso. As unidades divergiram porque cada uma resolveu um problema local que o procedimento não previa — e resolveu bem, aliás. O que faltou foi um lugar onde essa solução pudesse ser registrada e comparada com a das outras.

A segunda causa é mais simples: o documento oficial existe, mas está desatualizado desde a troca do sistema. Todo mundo sabe disso, ninguém abre mais, e cada equipe passou a operar pela versão que o encarregado ensinou. Duas trocas de encarregado depois, ninguém consegue dizer qual é a original.

Nosso trabalho começa por olhar as três versões que existem na prática, sem decidir de antemão qual está certa. Em geral a melhor referência é uma combinação: o começo de uma unidade, a conferência de outra, a exceção que só a terceira mapeou. Essa escolha é feita com os gestores presentes, com o critério explícito.

Depois vem a parte que costuma ser esquecida: definir como o documento se mantém vivo. Quem é o dono, em que situação ele precisa ser revisto, como uma unidade propõe mudança e como a alteração aprovada chega às outras. Sem isso, em seis meses as versões voltam a divergir — e desta vez com a documentação nova junto.

Equipe revisando o andamento do projeto

Escopo e preço por projeto

Ver

Em resumo

Quatro semanas para a primeira referência publicada

Duas de levantamento, uma de escrita, uma de validação nas unidades.

Como funciona
Conferência do procedimento em tablet na loja

Convenções de nome e versão

Ver
Gestor conversando com a equipe na operação

O que não fazemos

Ver
Equipe de uma das unidades no corredor da loja Encarregados comparando a rotina das duas filiais

O projeto entrega o processo escrito uma vez só, no formato que todas as unidades conseguem abrir, com as regras de manutenção acertadas antes do encerramento.

Comparativo lado a lado do que cada unidade faz hoje

Versão de referência escrita por inteiro, com exceções nomeadas

Convenção de nome de arquivo, numeração de versão e local de guarda

Responsável nomeado por documento e gatilho de revisão definido

Canal para a unidade propor mudança sem abrir uma versão paralela

Publicação na ferramenta que a rede já usa, sem licença nova

Simone, gerente regional

Simone A.

Gerência regional — três unidades

"A parte que mais mudou nossa rotina não foi o documento em si, foi a regra de quem pode alterar. Antes cada loja ajustava a planilha do próprio jeito e a gente descobria três meses depois, na auditoria."

Perguntas frequentes sobre padronização entre filiais

Precisamos parar a operação de alguma unidade?
Não. O levantamento é feito com o processo rodando, em visita agendada com cada gerente. O que consome tempo é a conversa: cerca de uma hora por unidade, mais o acompanhamento do processo acontecendo uma vez.
E se as unidades discordarem sobre qual versão é a certa?
É o cenário esperado, não a exceção. Por isso a escolha acontece em uma reunião com os gestores das unidades e o critério fica escrito: menor tempo de execução, menor chance de erro, menor dependência de pessoa específica. Quando nenhuma versão ganha inteira, a referência é montada com partes de cada uma — e fica registrado de onde veio cada parte.
Quantos processos entram em um projeto?
Depende de quantas unidades e de quão distintas elas estão. Um processo em duas filiais costuma caber em quatro semanas. Redes maiores começam por dois ou três processos críticos e o restante entra em ondas seguintes.
Vocês trabalham com franquias?
Sim, e nesse caso a regra de manutenção importa ainda mais: franqueado não é subordinado, então o canal de proposta de mudança precisa ser real, e não decorativo. Documento imposto sem via de retorno é ignorado com elegância.
Como as unidades ficam sabendo que algo mudou?
Isso faz parte do que definimos: o formato do aviso, por qual canal e com que antecedência. Na maioria das redes já existe um grupo ou uma reunião semanal que serve — não é preciso inventar ritual novo, só combinar que aquele é o lugar oficial.
Precisamos comprar algum sistema?
Nenhum. Trabalhamos com a pasta compartilhada, a intranet ou o aplicativo de mensagens que a rede já usa. Se a empresa já tem um sistema de gestão de documentos, publicamos lá. O que não fazemos é vender acesso ao próprio procedimento do cliente.
Reunião entre gestores de unidades diferentes

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